A Sociedade Esportiva Palmeiras, fundada em 1914 por imigrantes italianos como "Palestra Itália", é um dos clubes mais vitoriosos do Brasil. Mesmo após pressões políticas durante a Segunda Guerra Mundial, que levaram à mudança de nome, o "Gigante Alviverde" renasceu e se tornou um símbolo do futebol nacional.
Em seu histórico, brilham 11 títulos do Campeonato Brasileiro, 4 Copas do Brasil, 3 Libertadores (1999, 2020, 2021) e a lendária Taça Rio de 1951 (considerada o ápice continental da época). Reconhecido por seu futebol ofensivo, formação de jovens talentos e resiliência, o Palmeiras eterniza sua história ao eleger seu time dos sonhos — uma homenagem aos clássicos e à identidade alviverde.
O Time dos Sonhos: Imortais no Esquema 4-3-3
Goleiro: Marcos (Marcos Roberto Silveira Reis)
Dados: 20 anos de clube (1992–2012), 532 jogos, 35% de jogos sem sofrer gols.
Momento-chave: Na final do Mundial de Clubes de 2000, defendeu pênalti decisivo contra o Valencia, garantindo o título (1-0).
Legado: "São Marcos" é sinônimo de lealdade e segurança, especialmente em defesas de pênaltis.
Defesa
Lateral-esquerdo: Leonardo (Leonardo Nascimento de Araújo)
Drible preciso e cruzamentos letais nos anos 1990. Um dos maiores assistentes da história do clube.
Zagueiros: Luís Pereira & Djalma Santos
Luís Pereira: Líder implacável dos anos 1970, base do bicampeonato brasileiro (1972, 1973).
Djalma Santos (Capitão): Lenda dos anos 1950-60, campeão paulista em 1965 e eleito um dos melhores laterais do Brasil (adaptado como zagueiro).
Lateral-direito: Marcos Rocha
Ícone moderno: na final da Libertadores 2020, deu assistência decisiva para o gol do título.
Meio-Campo Triunvirato
Volante: César Maluco (César Augusto)
Cérebro dos anos 1970, 88% de passes certos. Peça-chave do título brasileiro de 1973.
Meia-box-to-box: Edmílson (Edmílson José Gomes de Moraes)
Muralha na Libertadores de 1999: média de 5,2 desarmes por jogo.
Meia-atacante: Gabriel Jesus
Joia da base: em 2016, marcou 19 gols e deu 10 assistências, encerrando um jejum de 23 anos sem título brasileiro.
Tridente Ofensivo
Ponta-esquerda: Rivellino
Ídolo mesmo com passagem curta (1978–1981): dribles de "elástico" e passes geniais cativaram a torcida.
Centroavante: Heitor (Ademir da Guia)
Artilheiro dos anos 1940-50: 202 gols. Herói da Taça Rio de 1951, com dois gols na final contra a Juventus.
Ponta-direita: Edu (Eduardo Pereira Rodrigues)
Furacão dos anos 1990: em uma temporada, 21 gols + 15 assistências. Velocidade e técnica impecáveis.
Jogos Épicos: Momentos que Definiram a História
1951 - Taça Rio: A Coroação Continental
Contexto: O então "Palestra Itália" enfrentou Juventus, River Plate e outros gigantes.
Clímax: Na final contra a Juventus, Heitor marcou dois gols na virada (3-2), elevando o futebol brasileiro ao mundo.
1999 - Libertadores: A Redenção nos Pênaltis
Contexto: Após 28 anos, o Palmeiras voltou à final contra o Deportivo Cali (COL).
Herói: Marcos defendeu dois pênaltis, garantindo o título (8-7).
2016 - Brasileirão: Fim de 23 Anos de Espera
Decisão: Na última rodada contra a Chapecoense, Gabriel Jesus marcou dois gols (4-3). Suas lágrimas no apito final viraram símbolo de superação.
2020 - Libertadores: O Nascimento de Uma Dinastia
História: 1-0 contra o Santos, com gol de cabeça de Gustavo Gómez. O Palmeiras se tornou o primeiro clube brasileiro no século XXI a vencer duas vezes consecutivas a Libertadores.
Esta é a essência do Palmeiras: onde lendas vestem verde, o passado inspira o futuro, e cada título é um capítulo de uma história escrita com paixão e glória. Avanti, Alviverde!